Produto: A Arrud’Estufas fornece telas coletoras para colheita de cravo-da-índia com entrega em todo o Brasil, incluindo o Baixo Sul da Bahia.
O cravo-da-índia (Syzygium aromaticum) é uma das especiarias mais antigas do comércio mundial. No Brasil, sua produção está inteiramente concentrada no Baixo Sul da Bahia — uma região com clima, solo e tradição únicos que respondem por mais de 90% do cravo-da-índia nacional. São cerca de 3.300 famílias de agricultores familiares distribuídas em 22 municípios, movimentando estimados R$ 250 milhões por ano. [A Tarde Agro, out/2025; SEAGRI-BA/Fenagro 2025]
O que poucos textos explicam em detalhe são os dois momentos que mais influenciam o preço final que o produtor recebe: a colheita e a secagem. É nesses dois pontos — entre o botão que cai da árvore e o cravo que chega ao comprador — que o material de cobertura entra em cena.
Este artigo reúne o que a CEPLAC, o MAPA e pesquisadores do maior país produtor do mundo documentaram. Você vai entender por que o uso de tela coletora na derriça química e de estufa com filme plástico na secagem não é detalhe de quem tem muita terra: é protocolo de qualidade para qualquer produtor que queira comercializar cravo de primeiro tipo.
O Craveiro: a Árvore Secular do Baixo Sul

O craveiro é uma árvore tropical de grande porte, podendo atingir 17 a 20 metros na fase adulta. Plantado por semente — o chamado “dentão” —, leva em média de 5 a 7 anos para dar a primeira produção comercial e pode viver mais de 100 anos. [CEPLAC, ceplac.gov.br/radar/cravo.htm]
O Baixo Sul da Bahia reúne as condições ideais para a cultura: temperatura média de 25°C, umidade elevada, chuvas superiores a 1.500 mm/ano e solos argilo-silicosos profundos e bem drenados. Valença lidera a produção regional (2.366 ha e 1.132 estabelecimentos rurais no Censo Agropecuário de 2017), seguida de Taperoá, Camamu e outros 10 municípios do APL. [IBGE Censo Agropecuário 2017; SEAGRI-BA]
A ameaça que torna cada safra mais valiosa
A principal ameaça estrutural ao pomar hoje é o fungo Cytospora sp., agente da morte súbita do craveiro. Árvores que deveriam durar 30 a 40 anos estão morrendo a partir de 8 a 10 anos de vida, em parte pelo uso excessivo do hormônio Ethrel e em parte pela progressão da doença. Em 2025 a Embrapa realizou seminário científico específico sobre o tema em Cruz das Almas (BA). [A Tarde, out/2025; Embrapa, 2025]
A consequência prática: em anos de safra cheia, cada quilo de cravo de primeiro tipo conta. Não há margem para perder qualidade em colheita descuidada ou secagem malfeita.
O Que Se Colhe: o Botão Floral (o “Ferrão”)

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o produto comercial não é a flor — é o botão floral antes da abertura, chamado regionalmente de “ferrão”. O botão deve ser colhido em uma janela estreita de maturação: quando apresenta coloração rosada a avermelhada, ainda completamente fechado. [CEPLAC; A Tarde]
❌ Botão verde ou aberto
Imaturo (verde) ou que já abriu a flor: perde valor comercial, peso e concentração de eugenol. Rebaixa o lote na classificação.
✅ Botão rosado-avermelhado fechado
Ponto correto de colheita. Máxima concentração de eugenol — o óleo essencial que define o aroma e o valor industrial do cravo.
Após a colheita, os botões passam pelo destalamento — remoção dos pedúnculos e “cabinhos” — antes de seguir para a secagem. [CEPLAC]
Produção Bienal: Por Que Nem Todo Ano É Igual
O craveiro tem produção predominantemente bienal: anos de safra forte alternam com anos de safra fraca ou quase nula. Mas essa alternância não é uma característica biológica inevitável — é agronômica.
A gema do craveiro pode originar folha ou flor dependendo das reservas nutricionais da planta. Em solos distróficos e com pH elevado — como os predominantes no Baixo Sul —, o craveiro leva dois anos para recompor reservas e produzir novamente. Em plantas bem nutridas com adubação semestral e correção de solo, a bienalidade é reduzida ou eliminada. O problema: menos de 5% dos produtores da região praticam adubação sistemática. [Valença Agora, citando engenheira agrônoma da EBDA em Camamu]
Safra 2025/2026: o contexto climático
O Jornal Grande Bahia registrou em 2026 que o El Niño eleva o risco climático para cravo-da-índia em Camamu e municípios do Baixo Sul — o que torna a proteção do produto durante a secagem ainda mais relevante neste ciclo. [Jornal Grande Bahia, 2026]
A Colheita: Manual vs. Química com Ethrel
Há dois métodos de colheita documentados pela CEPLAC e pelo setor:
Trabalhadores sobem nas árvores (de até 17–20 metros de altura) e colhem os botões um a um com as mãos. Rendimento médio: ~10 plantas/dia, equivalendo a cerca de 40 kg de cravo verde. Alto risco de acidente por queda. [CEPLAC; Redação Bahia, nov/2023]
Pulveriza-se solução de fitohormônio sobre os botões florais. O etileno liberado no tecido vegetal induz o amadurecimento precoce e provoca a queda natural e uniforme dos botões — que caem sobre as telas coletoras dispostas no chão ao redor da base das árvores. A queda ocorre em aproximadamente 3 dias. Rendimento: 60 a 80 plantas/dia. Ganho de eficiência: 6 a 8 vezes superior ao método manual. [CEPLAC, radar/boletim técnico; Valença Agora]
Equipamento recomendado pela CEPLAC: motor 4 tempos Yamaha LS 524 C, bomba de 17 L/min, pressão de 400 lb/pol², mangueira de 3/8" com até 100 metros. [CEPLAC/radar, via HortaEFlores]
A Tela Coletora: Por Que Ela Faz Parte do Método

No método químico, os botões caem em massa após a aplicação do Ethrel. O material que intercepta esses botões antes do contato com o solo não é um acessório opcional — é parte fundamental do processo documentado pela CEPLAC.
O texto técnico da CEPLAC descreve o método como aquele que “promove a queda dos botões florais sobre telas coletoras“ dispostas ao redor da base das árvores. [CEPLAC, radar — citado em fontes que reproduzem o conteúdo técnico oficial]
O que acontece sem a tela coletora
Sem tela, os botões caídos entram em contato direto com o solo: terra, folhagem, umidade e detritos orgânicos. O resultado é aumento de impurezas e contaminação pós-colheita — especialmente crítico em novembro e dezembro, quando o início das chuvas no Baixo Sul torna o solo mais úmido e os botões recém-caídos absorvem sujidade com facilidade.
Tela, lona ou sombrite? O que dizem as fontes
O termo técnico que aparece nos textos que citam a CEPLAC é “telas coletoras”. Fontes jornalísticas do Baixo Sul também registram o uso de “lonas plásticas”. Para produtores de maior escala, ao menos uma reportagem menciona material descrito como “uma espécie de sombrite” — o que abre espaço para telas de sombreamento como solução prática de campo. [Fontes de reportagem regional; CEPLAC/radar]
Tela Coletora para Colheita de Cravo
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A Secagem: o Gargalo que Decide o Preço
A colheita cuida da qualidade de entrada. Mas é na secagem que o preço final é ganho ou perdido.
Após o destalamento, os botões precisam secar ao sol por 4 a 5 dias até ficarem escuros, duros e quebradiços. Durante esse processo, o cravo perde aproximadamente 2/3 do seu peso fresco: 3 kg de cravo verde rendem cerca de 1 kg de cravo seco. A umidade cai de 70–80% (na colheita) para a meta comercial de 8 a 10%. [CEPLAC; Practical Action / INFLIBNET, “Clove: Processing and Drying”; dados internacionais de pós-colheita]
O problema estrutural: colheita em novembro-dezembro = pico das chuvas
A safra no Baixo Sul concentra-se em novembro e dezembro — exatamente o início do regime de chuvas de verão da região. O produtor que estende o cravo no terreiro enfrenta uma equação difícil: o sol seca durante o dia, mas a chuva da tarde reúmida o produto antes que ele atinja a umidade ideal. O cravo fica exposto a ciclos repetidos de umedecimento e secagem.
O efeito dessa chuva sobre o produto em secagem está definido com precisão na norma oficial brasileira.
O Que Diz a Norma Oficial: Portaria MAPA nº 159/1981
A Portaria nº 159, de 22 de junho de 1981, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), é a norma de identidade e qualidade do cravo-da-índia no Brasil. Ela define os 4 tipos comerciais e os 7 parâmetros de classificação. E traz uma definição que todo produtor precisa conhecer:
“Cravos Murchos: aqueles caídos das árvores e/ou que apanharam chuva no período de secagem, apresentando modificações na cor, maior umidade, e se mostram claramente enrugados.”
A presença de cravos murchos é um dos 7 fatores de pontuação na classificação. Para o tipo mais alto — Bahia 1 Especial —, a tolerância máxima é de 1,5% de murchos. Acima disso, o lote é rebaixado de tipo.
| Tipo | Pontuação | Significado |
|---|---|---|
| Bahia 1 — Especial | 29–35 pts | Qualidade máxima — referência de exportação premium |
| Bahia 2 | 23–28 pts | Boa qualidade |
| Bahia 3 | 17–22 pts | Qualidade mediana |
| Bahia 4 | 11–16 pts | Qualidade mínima comercializável |
Os 7 fatores avaliados incluem: cravos com cabeça, cravos imaturos, mofados/ardidos, murchos, impurezas/danificados, matérias estranhas e dentões. Cada fator tem uma tolerância máxima por tipo. O cravo que pegou chuva na secagem contribui diretamente para o percentual de murchos — e cada ponto a menos na classificação é preço a menos no bolso do produtor.
A Estufa de Secagem: a Solução que o Maior Produtor Mundial Já Usa
Se o problema é a chuva que molha o cravo em secagem, a solução é cobrir o terreiro com uma estrutura que:
- Proteja o produto da chuva durante os 4 a 5 dias de secagem
- Deixe passar a radiação solar (para que a secagem continue funcionando)
- Mantenha ventilação adequada (para não criar condensação)
Essa estrutura existe, é simples e já está em uso comercial no maior produtor mundial de cravo-da-índia.
O que a Indonésia faz desde 1999
A Indonésia responde por 72,8% da produção mundial de cravo-da-índia (FAO/Tridge, 2023). Desde 1999, pesquisadores indonésios introduziram o GHE Dryer (Greenhouse Effect Dryer) — secador tipo estufa com efeito estufa — para secar cravo e outras especiarias tropicais. [ResearchGate, “Recent development of GHE solar drying in Indonesia”, 2009]
A pesquisa mais recente publicada (Universitas Pahlawan, Jurnal Teknik Industri, 2024) avaliou um secador híbrido (solar + biomassa) especificamente para cravo-da-índia e documentou os seguintes resultados:
| Parâmetro | Resultado medido |
|---|---|
| Umidade inicial (cravo fresco) | ~72,88% |
| Umidade final (saída do secador) | abaixo de 14% |
| Temperatura interna da estufa | 37 a 46°C |
| Tempo de secagem | 3 a 6 dias |
| Eficiência térmica | 14–15% |
Fonte: Universitas Pahlawan Tuanku Tambusai, Jurnal Teknik Industri, 2024. DOI: journal.universitaspahlawan.ac.id/index.php/jutin/article/download/51672/31734
A estrutura do GHE Dryer é coberta com filme de polietileno estabilizado UV, de 150 a 200 micras, em formato semicircular (tunnel). O mesmo tipo de filme transparente utilizado em estufas agrícolas para cultivo protegido. [ResearchGate, “Solar Tunnel Drying System: A Literature Review”, 2021]
O que a Fenagro Bahia registrou sobre estufas no Baixo Sul
A Fenagro Bahia, ao descrever a evolução das práticas dos produtores no Baixo Sul, registra que “a secagem em estufas garante melhor qualidade do produto final” — indicando que o conceito já chegou à região. [Fenagro Bahia, fenagrobahia.com.br, 2025]
Como funciona a estufa de secagem com filme plástico transparente
O filme plástico transparente de baixa densidade estabilizado UV transmite 85 a 92% da radiação solar visível — a secagem continua ocorrendo normalmente. Ao mesmo tempo, a cobertura impede a entrada de chuva e retém parte do calor infravermelho emitido pelo solo aquecido, elevando a temperatura interna em relação ao ambiente externo. A chuva que cai escorre pelas laterais da cobertura — o produto dentro permanece seco e em secagem contínua.
A estrutura básica para pequenos e médios produtores do Baixo Sul:
- Arcos de ferro galvanizado ou bambu — estrutura tipo tunnel
- Filme plástico transparente estabilizado UV, 150 micras — cobrindo a estrutura
- Laterais abertas ou com tela de ventilação — para garantir circulação de ar e evitar condensação
- Comprimento adaptável ao terreiro existente de cada produtor
Para entender com mais detalhes como montar uma estufa de secagem com filme transparente, consulte nosso guia completo: Estufa de Secagem: Filme Transparente, Aplicações e Como Montar.
Estufa de Secagem para Cravo-da-Índia
Fornecemos filme plástico transparente estabilizado UV e os insumos para montagem da estufa de secagem. Entregamos em todo o Brasil — incluindo Valença, Taperoá, Camamu, Ituberá, Nilo Peçanha e toda a região do Baixo Sul da Bahia.
O Mercado do Cravo-da-Índia: do Baixo Sul ao Mundo
Para entender por que vale investir em qualidade, é importante conhecer o mercado para o qual o cravo baiano vai.
| País | Produção (t) | % do total |
|---|---|---|
| Indonésia | 135.178 | 72,8% |
| Madagascar | 24.681 | 13,3% |
| Tanzânia | ~10.000 | ~5% |
| Comores | ~8.000 | ~4% |
| Brasil (Bahia) | 4.000–8.000 | ~2–4% |
Fonte: FAO/Tridge, 2023. Dados de Tanzânia, Comores e Brasil são estimativas por percentuais parciais das fontes consultadas.
O Brasil exporta quase 100% da sua produção de cravo. Os principais destinos são Cingapura, Emirados Árabes Unidos, Paquistão e México. O preço ao produtor em Valença era de R$ 27/kg em outubro de 2025. [SEAGRI-BA via Precota, out/2025; A Tarde Agro; Valença Agora]
A Indicação Geográfica “Cravo do Baixo Sul da Bahia” está em processo de implantação — anunciada em outubro de 2025 como parte de um plano estratégico coordenado pela SEAGRI-BA com Embrapa, IF Baiano, Aprocravo, BNB, Sebrae e outras instituições. Ainda não concluída. [Jornal Grande Bahia, out/2025]
O eugenol: o maior valor vai embora no botão seco
O óleo de cravo contém de 70 a 90% de eugenol — componente com aplicações em anestésicos dentários, perfumaria, conservantes alimentares e indústria farmacêutica. O mercado global de eugenol foi avaliado em US$ 234–780 milhões em 2024. Mas o cravo brasileiro é exportado quase inteiramente como botão seco in natura, sem extração do óleo — o valor do eugenol é capturado pelos compradores em Cingapura e nos Emirados. [24ChemicalResearch, 2024]
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etapas mais críticas da safra. Atendemos com entrega em todo o Brasil — incluindo Valença, Taperoá, Camamu,
Ituberá, Nilo Peçanha e todos os municípios do Baixo Sul da Bahia.
- Tela Coletora para Colheita de Cravo —
telas para uso com o método Ethrel (CEPLAC), mantendo os botões florais limpos e fora do contato com o solo. - Filme Plástico Transparente Estabilizado UV — para cobertura da estufa de secagem,
protegendo o cravo da chuva de novembro-dezembro sem interromper a ação do sol. - Insumos para montagem — perfis, molas, acessórios para estruturar o terreiro coberto
de secagem de acordo com a área de cada produtor.
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do cravicultor e orienta sobre o material certo para cada etapa.
Perguntas Frequentes
Referências e Fontes
- CEPLAC — Centro de Pesquisas do Cacau. “Cravo-da-Índia.” ceplac.gov.br/radar/cravo.htm
- CEPLAC — Boletim Técnico nº 164/1989. “Avaliação Econômica da Colheita do Cravo-da-Índia na Região Sudeste da Bahia.” Araújo, Sacramento, Silva.
- MAPA — Portaria nº 159, de 22 de junho de 1981. Norma de Identidade e Qualidade do Cravo-da-Índia. nimis.com.br/port/legislacao/temperos_cravo_da_india.htm
- IBGE — Censo Agropecuário 2017. Dados municipais de Valença, Taperoá e Camamu.
- Embrapa. “Cravo-da-índia é tema de seminário científico em Cruz das Almas.” embrapa.br, 2025.
- Fenagro Bahia. “Baixo Sul baiano mantém protagonismo nacional na produção de cravo-da-índia.” fenagrobahia.com.br, 2025.
- A Tarde Agro. “Baixo Sul baiano mantém protagonismo nacional na produção de cravo-da-índia.” atarde.com.br, out/2025.
- Jornal Grande Bahia. “Bahia terá plano estratégico para ampliar produção de cravo no Baixo Sul.” jornalgrandebahia.com.br, out/2025.
- Jornal Grande Bahia. “El Niño 2026 eleva risco climático para cacau, banana, cravo-da-índia e café em Camamu.” jornalgrandebahia.com.br, 2026.
- Valença Agora. “Cravo-da-índia pode desaparecer do mapa de exportações.” valencaagora.com, fev/2021.
- Valença Agora. “Motivo da produção do cravo-da-índia somente a cada dois anos.” valencaagora.com
- Valença FM. “Novembro marca o início da colheita de cravo-da-índia em Valença-BA.” valencafm.com
- Redação Bahia. “Produtores iniciam colheita de cravo-da-índia na zona rural de Valença.” redacaobahia.com.br, nov/2023.
- ANBA. “Um quarto dos cravos-da-índia importados pelo Brasil vêm das Ilhas Comores.” anba.com.br, out/2024.
- SEAGRI-BA / Precota.com.br. Cotação cravo-da-índia Valença, outubro de 2025. precota.com.br
- Universitas Pahlawan Tuanku Tambusai. “Comparative Analysis of Cloves Drying Machines (greenhouse effect-hybrid type tray dryer).” Jurnal Teknik Industri, 2024.
- ResearchGate. “Recent development of GHE solar drying in Indonesia.” 2009.
- ResearchGate. “Solar Tunnel Drying System: A Literature Review.” 2021.
- Practical Action / INFLIBNET. “Clove: Processing and Drying.” Cap. 31.
- FAO / Tridge. Produção mundial de cravo-da-índia por país, 2023.
- 24ChemicalResearch. “Global Eugenol Market 2024–2026.” 2024.







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